
Diante da situação em que se encontram nossos irmãos e irmãs, por causa das grandes chuvas, é preciso escutar a voz do mestre. Despedir a multidão faminta e desabrigada não é humano e nem cristão. É nessas horas que as palavras tomam força e se trasnformam em gestos concretos.
A Cáritas Arquidiocesna, as CEBs e as Pastorais Sociais estão empenhadas no recebimento e distribuição de roupas e alimentos para as vítimas da insensatez humana. A chuva é bênção dos céus, mas a humanidade querendo ser Deus interfere no percurso da mãe natureza, transformando alegria em tragédia e tristeza.